Ultraprocessados podem até ser práticos, mas provocam impactos negativos na saúde. Saiba quais (e como fugir desse tipo e alimento)
Os ultraprocessados são alimentos produzidos em larga escala pela indústria com ingredientes que não se usam em casa, como o sorbato de potássio. Contêm sal, açúcar e gordura em excesso, e ainda levam aditivos químicos para dar sabor, cor, textura e estender o prazo de validade. Exemplos: macarrão instantâneo, lasanha congelada, nuggets. Mas, então, como se alimentar de maneira saudável?
Uma dica é seguir a classificação NOVA, que divide os alimentos em quatro grupos: in natura e minimamente processados (frutas, hortaliças, carnes, grãos); ingredientes culinários (vinagre, azeite); processados (pão caseiro, queijo, conserva); e ultraprocessados. Priorize os primeiros grupos e evite o último.
| PÃO CASEIRO: Farinha de trigo, água, sal, fermento | PÃO INDUSTRIALIZADO: Farinha, sal, açúcar, vinagre, conservadores, aromatizantes, emulsificantes, melhoradores de farinha |
| ALMÔNDEGAS CASEIRAS: Carne, cebola, alho, salsinha, ovo, farinha de rosca, óleo, sal e pimenta-do-reino | ALMÔNDEGAS CONGELADAS: Carne, água, farinha de trigo, gordura, proteína de soja, sal, cebola, salsa, realçador de sabor, aromatizantes e antioxidantes |
| MOLHO DE TOMATE CASEIRO: Tomate, cebola, azeite, sal, manjericão | MOLHO DE TOMATE PRONTO: Tomate, cebola, açúcar, sal, amido modificado, extrato de levedura, realçador de sabor |
Se a comida for preparada com sal controlado, sim. Se for comprada pronta, ultraprocessada, não. Idem para vegetarianos.
Ajuda, mas não pode ser utilizado em excesso. Outro erro é adotar o sal light e usar no dia a dia molhos prontos (inglês, shoyu, mostarda), que têm excesso de sódio.
Funciona em parte. A pressão arterial pode baixar com a perda de peso, mas a receita ideal envolve também boa alimentação, controle de estresse e sono, e atividade física.
Conteúdo originalmente publicado no livro “É Gostoso e Faz Bem”, da Coleção Sorria. Ilustração: Gustavo Pedrosa.