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Saúde

Com que frequência trocar a roupa de cama? Tire suas dúvidas sobre higiene

Tomar banho, lavar as mãos...saiba como manter esses hábitos da forma mais saudável

Publicado em 2 de novembro de 2025

Por Carina Bacelar

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Foto mostra mulher de cabelos castanhos vestindo jeans e blusa branca estendendo edredom na cama diante de uma janela.

Quando falamos em higiene pessoal, quase sempre pensamos em qualidade de vida. Quem consegue passar dias sem um banho, por exemplo? E qual é a frequência ideal para trocar a roupa de cama? Mas os benefícios desse tipo de hábito vão muito além: eles são importantes para proteger nossa saúde, física e mental. Veja alguns exemplos:

Lavar as mãos

Um estudo realizado na Índia mostrou que o simples fato de lavar as mãos diminui o risco de diarreia em 25% e em 15% o de infecções respiratórias. Manter esse hábito especialmente após usar o banheiro e antes das refeições reduz o perigo de infecções alimentares e de transmissão de doenças.

Aliás, existe um jeito certo de lavar as mãos: após ensaboar as mãos, esfregue uma na outra, as costas delas, entre os dedos e debaixo das unhas. Conte pelo menos 20 segundos (ou cante “Parabéns para você” duas vezes) e, então, enxague, evitando tocar na torneira.

Manter roupas e sapatos limpos

Sapatos e roupas íntimas devem ser trocados diariamente ou quando ficarem muito úmidos. Já com as roupas do corpo, a mudança pode
ser menos frequente – ao fim do dia ou quando estiverem suadas, por exemplo. Ao criarmos esse hábito, mantemos nossos pés e dobrinhas mais secos. A umidade em excesso é tudo de que os microrganismos precisam para se reproduzir

Trocar as roupas de cama

Quando os lençóis e fronhas não são trocados, nossa cama se torna um repositório de saliva, suor e células mortas da pele, o que deixa o ambiente perfeito para o surgimento de germes prejudiciais para a saúde, como bactérias, fungos e ácaros. O ideal é trocá-los semanalmente.

Não emprestar toalhas, escovas nem talheres

Ao compartilharmos itens de uso pessoal, podemos transmitir dezenas de doenças infecciosas para quem amamos, desde um simples resfriado até doenças mais graves, como tuberculose e covid-19. Toalhas e talheres até podem ser usados por outros, mas só depois de lavados.

Cortar as unhas

De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), nos Estados Unidos, a parte debaixo das unhas pode abrigar sujeira e germes e contribuir para a propagação de infecções. Por isso, elas devem, de preferência, ser mantidas curtas e a parte inferior precisa ser limpa com água e sabão todo dia.

Cuidar da boca

Escovar os dentes e usar fio dental não evita apenas aquele odor inconveniente – o famoso bafo –, previne também problemas bucais, como
cárie e gengivite. E mais: segundo a Associação Americana do Coração, a higiene bucal ajuda a evitar até mesmo problemas cardiovasculares causados por bactérias que ficam perto dos dentes.

Lavar o cabelo

Manter os cabelos limpos com xampu e condicionador não é apenas uma questão estética. Ao lavar os fios, você se livra dos efeitos do suor e oleosidade, dos resíduos de poluição e cosméticos e do risco de desenvolver dermatite seborreica, conhecida como caspa, de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Tomar banho

A lista de riscos para quem não toma banho diariamente é grande, conforme a SBD. São eles: doenças infecciosas na pele, agravo do envelhecimento cutâneo, micoses e descamação. Lavar o rosto no chuveiro também ajuda a evitar concentração de poeira, poluentes, maquiagem e oleosidade nessa região.

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