Entenda os sintomas e conheça atitudes simples para cuidar da mente
Notícias sobre o Super El Niño, ventanias fortes, queimadas, enchentes e recordes de temperatura viraram parte do noticiário cotidiano e, para muita gente, também parte do peso emocional carregado no dia a dia. Não é incomum sentir um aperto no peito ao pensar no futuro do planeta, ou a sensação de que, sozinho, pouco se pode fazer diante de um problema tão grande. Esse sentimento tem nome: ecoansiedade.
O quadro, gerado pela preocupação com as mudanças climáticas, está mais presente do que se imagina, especialmente entre os mais jovens. Uma pesquisa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), realizada em diversos países e divulgada em 2023, revelou que 57% das pessoas entre 16 e 24 anos sofrem desse mal.
Entre os sintomas mais comuns estão o temor constante da destruição da natureza, a sensação de impotência diante dos problemas ambientais e a dificuldade de concentração. Para vencer essa angústia, a principal dica é fazer sua parte. Alguns caminhos possíveis:
Engaje-se em iniciativas que façam sentido para a sua realidade. Se você não mora perto do litoral, limpar oceanos pode virar uma tarefa dispendiosa e desafiadora. O objetivo não é gerar frustração, e sim a satisfação de ter ajudado de verdade.
Mesmo as pequenas atitudes contribuem para o cuidado com o meio ambiente. Separar o lixo corretamente e reduzir o consumo de plásticos já é um ótimo começo.
Não é fácil mudar tudo de uma vez, e esse pensamento pode até te fazer desistir antes de começar. Por isso, adote hábitos mais sustentáveis aos poucos, na sua rotina. O importante é dar o primeiro passo e seguir em frente.
Conteúdo publicado originalmente no livro “Como Domar a Ansiedade”. O lucro de todos os livros da Coleção Sorria gera doações para ONGs que atuam pela causa da saúde em todo o Brasil.